Exemplo da utilização das imagens do Teleférico do Funchal em Outdoor publicitário.
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Exemplo da utilização das imagens do Teleférico do Funchal em Outdoor publicitário.
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Lançada inicialmente para Android, está agora disponível para iPad a app; Photoshop Touch. Para quem já testou imensas apps de edição de imagem para tablets é gratificante finalmente utilizar uma que disponibiliza sem gritantes limitações muitas das funcionalidades que estamos habituados a encontrar na versão para desktop.
Comparativamente á versão para Android a variante para iOS tem uma performance mais fluída. Isto deve-se provavelmente ao ambiente de desenvolvimento fechado em que os aplicativos para os dispositivos Apple são desenvolvidos. Todo o software para iOS passa por um processo de análise por parte da Apple de modo a garantir que os aplicativos não excedem os parâmetros operacionais dos dispositivos para que são criados. O mesmo não se passa para a plataforma Android, para a qual existem centenas de variantes de hardware onde este sistema corre e dezenas de versões do próprio sistema, o que torna a tarefa de verificar a qualidade da usabilidade praticamente impossível. Nos dispositivos Apple apenas existem três variantes de hardware, iPhone, iPod e iPad, a tarefa é mais simples.
No que diz respeito a funcionalidades, esta disponibiliza a utilização de Layers, Masks, Blend Modes, Adjustment Layers, e selecçōes. Funcionalidades que até á data nenhuma app de edição de imagem para iPad havia fornecido, pelo menos decentemente. Nem vale a pena mencionar as restantes funcionalidades, pois estas não são de admirar, são no mínimo obrigatórias (refiro-me obviamente a filtros, efeitos, Crop, Sharpening, BW, saturação, contraste, etc.). Há ainda a salientar que com a app vêm incluídos 2Gb de espaço na Cloud para armazenar os projectos criados nesta. O preço, €7.99.
A sua utilização no iPad 2 com o seu ecrã de 132 dpi é muito satisfatória, fico a aguardar ansiosamente para a testar no novo iPad 3 com o seu Retina display com quase 300 dpi.
Na minha opinião, é provavelmente a única app de edição de imagem que necessitaremos no dispositivo da Apple.
VIDEO CAPTADO POR: MÁRCIO BRAGANÇA
FASES
A câmara fotográfica não vê o mundo do mesmo modo que o olho humano, não lhe é possível captar detalhe em todas as áreas de luz de uma cena num só fotograma. Os nossos olhos, pelo contrário, adaptam-se rapidamente a diferentes circunstâncias de iluminação, tão depressa que nem nos apercebemos.
Diz-se que a fotografia libertou a pintura e o desenho da responsabilidade de representar o real. Considerou-se que era mais fidedigna e verosímil do que o pincel, a tela, o lápis e o papel. No entanto, tem também as suas limitações, em específico, a incapacidade de registar detalhe nas sombras e nas altas luzes em simultâneo.
Com a introdução da fotografia digital tudo se altera. A fotografia é passível de ser manipulada com mais precisão, a verdade e o real são deturpados mas, surge também a possibilidade de dotar as imagens obtidas digitalmente da capacidade de representar uma cena de forma semelhante ou aproximada à do olho humano.
A fotografia HDR (High Dynamic Range), em português, Gama Dinâmica Expandida, é uma técnica/ferramenta fotográfica através da qual se captam várias exposições da mesma cena com velocidades diferentes, obtendo-se assim várias imagens com uma gradação de níveis de luminosidade entre elas. Através de software especializado fundem-se os vários fotogramas de modo a obter-se de cada um as partes com mais detalhe, evitando assim negros e brancos absolutos, desprovidos de informação e textura.
As imagens apresentadas nesta exposição encontram-se numa fase intermédia deste processo fotográfico, inacabadas, assim como o motivo nelas retratado, o Edifício Mais Campo Grande.
Do mesmo modo que a fase de obra do edifício se oferece como motivo a um exercício estético, também o estágio intermédio/inacabado do tratamento digital se apresenta como produto artístico final.
Ironicamente, algumas das peças aqui apresentadass estão esteticamente mais próximas da pintura ou da ilustração do que de um registo fotorealista.
Fotografia: Ricardo Faria Paulino
PODERÃO VISITAR A EXPOSIÇÃO NO STAND DE VENDAS LOCALIZADO NO PRÓPRIO EMPREENDIMENTO
AZINHAGA DAS GALHARDAS - LISBOA (Mapa em baixo)
TODOS OS DIAS DA SEMANA DAS 10h ÁS 18h. SÁBADOS DAS 10h ÁS 14
No dia 2 de Dezembro será lançado o novo álbum da Joana Machado.
Não percam dia 3 de Outubro às 21:30, no National Geographic Channel, a estreia do documentário: EM PORTUGAL: A ÚLTIMA ESPERANÇA DO LINCE IBÉRICO.
Aqui vão algumas imagens da semana do Plog do Denverpost.com. Para verem mais cliquem sobre uma das imagens abaixo.
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